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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Linux Debian

Razões para Escolher o Debian

Obrigado por considerar a utilização do Debian GNU/Linux em sua máquina. Se você ainda não está convencido de que deve testar o Debian, considere as seguintes questões:
É mantido por seus próprios usuários
Se algo precisa ser consertado ou melhorado, nós apenas fazemos.
Suporte não-paralelo
Mensagens enviadas às listas de discussão frequentemente são respondidas em 15 minutos (ou menos), de graça e por pessoas que desenvolvem o sistema. Compare isso ao suporte telefônico típico: horas gastas no telefone, por dinheiro, apenas para falar com alguém que não conhece o sistema bem o bastante para, ao menos, entender sua pergunta.
Você não estaria sozinho na sua escolha
Uma ampla gama de organizações e indivíduos utilizam o Debian. Veja nossa página Quem está usando o Debian? para uma descrição de alguns sites importantes que utilizam o Debian, e que optaram por nos enviar uma breve descrição de como e porque usam o Debian.
O melhor sistema de empacotamento do mundo
Cansado de arquivos velhos de versões antigas de software enchendo seu sistema? Ou de instalar um programa apenas para descobrir que ele faz seu sistema quebrar por causa de conflitos de software? O Dpkg, robusto sistema de empacotamento do Debian, toma conta desses problemas por você.
Fácil instalação
Se você já ouviu que o GNU/Linux é difícil de instalar, então você não experimentou o Debian ultimamente. Estamos constantemente melhorando nosso processo de instalação. Você pode instalar diretamente do CD, do DOS, de disquetes ou mesmo através da rede.
Incríveis quantidades de software
O Debian vem com mais de 25000 programas diferentes. Cada bit dele é livre. Se você tem software proprietário que roda no GNU/Linux, você ainda pode usá-lo - na verdade, pode haver até um instalador para ele no Debian que irá instalá-lo e configurá-lo automaticamente para você.
Pacotes bem integrados
O Debian supera todas as outras distribuições no que se refere à qualidade de integração de seus pacotes. Já que todo software é empacotado por um grupo coerente, não apenas pode-se encontrar todos os pacotes em um único lugar, mas você pode se assegurar de que já trabalhamos em todos os problemas no que tange dependências complicadas. Apesar de acharmos que o formato deb tem algumas vantagens sobre o rpm, é a integração entre os pacotes que faz o sistema Debian mais robusto.
Código fonte
Se você é um desenvolvedor de software, apreciará o fato de haver centenas de ferramentas de desenvolvimento e linguagens, mais milhões de linhas de código no sistema base. Todo o software da distribuição principal segue os critérios da Definição Debian de Software Livre (DFSG). Isso significa que você pode usar esse código para estudar livremente ou para incorporar em novos projetos de software livre. Há também muitas ferramentas e códigos adequados para o uso em projetos proprietários.
Atualizações fáceis
Por causa do nosso sistema de empacotamento, atualizar para uma nova versão do Debian é muito fácil. Apenas rode apt-get update; apt-get dist-upgrade (ou aptitude update; aptitude dist-upgrade em versões mais recentes) e você pode atualizar a partir de um CD em questão de minutos ou direcione o apt para um dos mais de 300 mirrors do Debian e atualize pela rede.
Sistema de controle de bugs
Sistema de Controle de Bugs do Debian está disponível publicamente. Não tentamos esconder o fato de que o software nem sempre funciona como os usuários querem. Os usuários são encorajados a enviar relatórios de bugs e são notificados quando o bug for fechado, com uma explicação. Esse sistema permite ao Debian responder aos problemas com rapidez e honestidade.
Se você ainda não é um usuário de GNU/Linux, você pode aproveitar os seguintes benefícios:
Estabilidade
Há muitos casos de máquinas que rodam por mais de um ano sem serem reiniciadas. Mesmo então, elas só são reiniciadas por falta de energia ou para atualização de hardware. Compare isso a outros sistemas que quebram muitas vezes por dia.
Rápido e leve com a memória
Outros sistemas operacionais podem ser tão rápidos em uma ou duas áreas, mas sendo baseado em GNU/Linux, o Debian é confiável e leve. Softwares de Windows que rodam no GNU/Linux usando um emulador, algumas vezes rodam mais rápido que quando rodados em ambiente nativo.
Drivers para a maioria do hardware são escritos pelos usuários de GNU/Linux, não pelos fabricantes
Embora possa significar demora até que novos hardwares sejam suportados e falta de suporte a algum hardware, isso permite que o suporte ao hardware seja mantido até bem depois da parada de produção pelo fabricante ou da saída do fabricante do mercado. A experiência tem mostrado que drivers livres são normalmente bem melhores que os proprietários.
Boa segurança do sistema
O Debian e a comunidade de software livre são bastante receptivos para ter certeza que correções de problemas de segurança entrem na distribuição rapidamente. Usualmente, pacotes corrigidos são enviados dentro de poucos dias. A disponibilidade do código fonte permite que a segurança no Debian seja avaliada de forma aberta o que previne que modelos fracos de segurança sejam implementados. Além disso, a maioria dos projetos de software livre possui sistemas de revisão pontuais, que previnem que potenciais problemas de segurança sejam introduzidos em sistemas essenciais já num primeiro momento.
Software de segurança
Muitos não sabem, mas qualquer coisa enviada pela rede pode ser lida por qualquer máquina entre você e o receptor. O Debian tem pacotes do famoso software GPG (e PGP), que possibilita que e-mails sejam enviados privativamente entre os usuários. Além disso, o ssh permite que você crie conexões seguras a outras máquinas que têm o ssh instalado.
Claro que o Debian não é perfeito. Há três áreas que são causas comuns de reclamações:
Falta de software comercial popular.
É bem verdade que alguns softwares populares não estão disponíveis para o GNU/Linux. Há, no entanto, programas que substituem a maioria deles, criados para imitar as melhores características dos programas proprietários, com o valor agregado de serem software livre. A falta de programas de escritório como Word e Excel não devem mais ser um problema pois o Debian inclui três suítes de escritório compostas inteiramente de softwares livresOpenOfficeKOfficeGNOME Office. Várias suites de escritório proprietárias também estão disponíveis: Applixware (Anyware)Oracle Open OfficeHancom OfficeAxene e outras. Para aqueles interessados em bancos de dados, o Debian vem com dois bancos de dados populares: mySQL e PostgreSQLSAP DBOracleInformixIBM DB2 e outros também estão disponíveis para GNU/Linux. Vários outros softwares proprietários também estão chegando em grande número, na medida que as empresas descobrem o poder do GNU/Linux e seu grande mercado inexplorado com uma base rapidamente crescente de usuários (Como o GNU/Linux é distribuído gratuitamente, o número de vendas não pode ser usado como estimativa de usuários. A melhor estimativa é que o GNU/Linux atinge 5% do mercado, chegando a 15 milhões de usuários no início de 2001).
O GNU/Linux é difícil de configurar.
Note que isso diz configurar, não instalar, já que algumas pessoas acham a instalação inicial do Debian mais fácil que a do Windows. No entanto, muitos hardwares (impressoras, por exemplo) poderiam ser mais fáceis de configurar. Alguns softwares também poderiam utilizar um script que guiasse o usuário através da configuração (pelo menos para as configurações mais comuns). Esta é uma área na qual se está trabalhando.
Nem todo hardware é suportado.
Particularmente, hardware realmente novo, realmente velho ou raro. Também hardware que é dependente de um driver complexo que o fabricante só provê para plataformas Windows (software modems ou alguns dispositivos wi-fi para laptops, por exemplo). No entanto, na maioria dos casos, hardware equivalente que funciona com o GNU/Linux está disponível. Alguns hardwares não são suportados porque o fabricante escolheu não disponibilizar as especificações do hardware. Esta também é uma área que está sendo trabalhada.
Se o que está acima não é o bastante para convencê-lo a usar o Debian, considere o seguinte: custo baixo (tanto quanto uma conexão de rede), fácil instalação e multi-tarefa real que pode facilmente dobrar sua produtividade. Como você poderia não testá-lo?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Custo Total de Equipamentos de Informática

Em diversas reuniões, projetos, ou novas empreitadas, é comum ouvir o termo TCO – Total Cost of Ownership.
Mas, o que significa o TCO?
Total cost of ownership, custo total de propriedade. Este é um cálculo que visa levar em conta todos os custos envolvidos no uso de um determinado equipamento ou solução.
Por exemplo, o processador A custa US$ 100, enquanto o processador B custa US$ 200. Porém, o processador A consome mais energia o que encarece a conta de luz em US$ 5 ao mês. Levando em conta que os dois serão usados durante 10 anos antes de serem substituídos, então o TCO do processador A seria US$ 500 mais alto que o do processador B, mesmo que o custo inicial seja mais baixo.
Naturalmente este exemplo é apenas um exemplo simplificado. Os cálculos de TCO levam em consideração o custo do sistema como um todo, incluindo tanto o hardware quanto os softwares utilizados, mão de obra para instala-lo, treinamento de funcionários, energia elétrica, medidas de segurança (alarmes, vigias, no-break, para-raio, etc.) tempo de serviço perdido por panes no sistema, possibilidade de perda de dados e assim por diante. (texto do Clube do Hardware)

Custo Total de Propriedade
Uma rede de computadores oferece serviços aos seus usuários. Além do custo de aquisição dos sistemas, tem-se adequação/compra de hardware, treinamento/contratação dos usuários, disponibilidade de suporte técnico, escalabilidade, custos com migração, entre outros. O simples funcionamento de um computador na rede de uma empresa apresenta diversos encargos financeiros associados, tais como o custo do hardware, do sistema operacional, das aplicações e da manutenção do conjunto em utilização. Ao total destes encargos, podemos chamar “Custo Total de Propriedade” (Total Cost of Ownership) ou TCO do posto de trabalho.
Definindo TCO
O Custo Total de Propriedade pode ser definido como um modelo do ciclo de vida de um equipamento, produto ou serviço, que considera os custos de aquisição, propriedade, operação e manutenção ao longo de sua vida útil.
O TCO também inclui os valores associados ao uso ou gozo do bem/serviço em seu máximo potencial. Itens como treinamento de usuários, manutenção, auditoria, avaliação, implantação, pós-venda e gerenciamento dos processos de desenvolvimento/fabricação do bem/serviço também constituem o Custo Total de Propriedade que pode ser aplicado tanto para o fornecedor quanto para o usuário.
O TCO também possui componentes indiretos, como suporte e treinamento. As empresas podem lançar mão de ferramentas de gerenciamento para identificar exatamente o que hardware e software representam em uma determinada instalação, permitindo criar modelos de economia a partir da migração para hardware e software com configurações padrão de mercado.
Por esse motivo, a figura do TCO passou a ser um elemento fundamental no cálculo dos custos de instalação e manutenção não só dos equipamentos de informática e redes de comunicação, mas também de todos os departamentos que tenham qualquer tipo de facilidade advinda dessa tecnologia.
Controle de custos
A tarefa de implantar e manter uma grande infra-estrutura de gerenciamento pode tornar-se onerosa e adicionar sobrecarga de trabalho às equipes de rede, o que vem aumentar o Custo Total de Propriedade.
Reduzir o TCO é uma prioridade e um desafio contínuo para praticamente toda empresa. Mas como extrair o máximo das informações pelo menor custo? A questão do TCO relativo a cada uma das soluções oferecidas pelo mercado (somatório de todos os custos para implantação e manutenção) é extremamente relevante, pois se trata de um relacionamento de longo prazo. Neste caso, as opções para gerenciamento do ciclo de vida de informações da empresa permitem obter o máximo dos recursos disponíveis com o TCO mais baixo em cada estágio do ciclo de vida.
O TCO bem estruturado em estudos e projetos possibilita uma redução de custos de até 40%, entre outros benefícios, especialmente para pequenas e médias empresas.
TCO na segurança
A segurança dos sistemas de informação de uma empresa representa a proteção de um bem ainda imensurável, mas que todos os envolvidos têm certeza de se tratar de um item fundamental. Por exemplo, quando uma informação é perdida devido à infecção por vírus (um arquivo, um projeto, uma pesquisa, um estudo estratégico ou qualquer outro dado que tenha custado muitos homens-hora para ser produzido), o administrador da rede teoricamente poderia recuperá-la através de cópias de segurança. Embora a política de segurança da maioria das empresas tenha como item obrigatório a manutenção de cópias periódicas dos arquivos, muitas vezes elas são esquecidas ou feitas parcialmente, prejudicando a recuperação dessas informações.
A perda das informações representa atualmente um custo oculto que poucas empresas conseguem dimensionar, por isso mesmo altera de maneira significativa o cálculo de propriedade de qualquer bem de uma empresa que utilize a tecnologia no seu dia-a-dia.
A adoção de uma política de segurança eficaz engloba um longo processo de análise dos ambientes, sistemas e pessoas e seu desenvolvimento e sua implementação precisa ser acompanhada de perto por profissionais de todas as áreas envolvidas. Afinal, uma política de segurança custa menos do que um dia de perda de informações.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Servidor Open para VOIP


E agora um pouco sobre o Asterisk…
250px-asterisk_logo.png
Esse é o nome do programa de computador que roda sobre um servidor Linux e permite criar um ambiente completo de PABX VoIP para uma empresa ou para diversos outros usos.
Concebido por um estudante americano chamado Mark Spencer – que previu a visibilidade de utilizar todo o potencial do Linux para criar um PABX de código aberto e com baixo custo – desenvolvendo a parte inicial do sistema e posteriormente abrindo o código do programa, seguindo o mesmo estilo do desenvolvimento do Linux. Em seguida Mark fundou a empresa Digium, fabricante de placas eletrônicas que possibilita ao Asterisk se comunicar com as centrais de telefonia pública, além de um sistema Asterisk completo no estilo Appliance que já vem pronto para a montagem de um PABX VoIP para pequenas e médias empresas.
O Asterisk tende a conquistar o mesmo sucesso alcançado pelo servidor web Apache em relação ao domínio quase que completo desta plataforma no uso da Internet. Suas vantagens irão substituir aos legados PABX (de hardware e software) proprietários, por um ambiente de desenvolvimento aberto, seguro, estável e que permitirá a exploração de uma nova realidade no mercado da telefonia mundial – O Asterisk poderá derrubar o império das companhias telefônicas em todo o mundo – inclusive na telefonia celular.
Os especialistas e trabalhadores das companhias telefônicas irão me chamar de louco, insano ou somente um visionário, mas sei que não estarei errando nesta previsão. Tal como muitas aplicações de código livre que estão dominando o mundo de TI, o Asterisk tem tudo para ser a plataforma padrão de voz para uso distribuído na Internet, com maior penetração daqui a alguns anos.
Dotado de facilidades como URA – Unidade de Resposta Audível, DAC – Distribuição Automática de Chamadas, Audioconferência, Correio de Voz, entre outras facilidades, o Asterisk já vem preparado com estas features - sem os altos custos cobrados pelos tradicionais fabricantes da área de telefonia. Por enquanto, os aparelhos nativos VoIP com conexão direta Ethernet, ainda tem um preço elevado em relação aos aparelhos analógicos mais comuns – que começam com valores a partir de R$50,00 ou menos. No entanto, o preço alto pode ser compensado por outros fatores, como a utilização de uma única infra-estrutura de cabeamento físico, por exemplo. Mesmo assim, é possível utilizar placas e módulos que possibilitam manter o uso dos tradicionais telefones analógicos.
Várias empresas estão criando novos modelos de aparelhos telefônicos, placas de comunicação, soft fones, features adicionais e até novidades trazidas do mundo do software livre que serão implementadas neste novo modelo de comunicação de voz e unificação de plataformas.
As possibilidades de configuração e aplicações são diversas, e o sistema permite grande flexibilidade na configuração dos recursos e serviços. Vários servidores Asterisk podem se comunicar através de uma rede LAN ou WAN, possibilitando a criação de centrais de atendimento, a criação de um sistema completo de telefonia matriz-filiais totalmente baseado em VoIP – e sem utilizar as operadoras de Telecom, utilizar soft fones (programas clientes de VoIP para uso diretamente no computador), e até viabilizar outras possibilidades de negócios com o uso da voz canalizada através do protocolo TCP/IP e a convergência de sistemas com base na Internet.
Sejam bem vindos ao mundo da Voz sobre IP, e aproveite para comentar a sua opinião sobre a dobradinha Skype & Asterisk, além da sua experiência com VoIP – caso tenha tido esta oportunidade!

Começando pelo Skype


Conhecida mundialmente é a  tecnologia VoIP mais acessível para todos que possuem conexão com a Internet. É uma rede aberta que pode ser acessada através declients para as principais plataformas de computadores atuais: PCs com Windows, Linux e Macintosh. Além disso, já existem adaptadores, roteadores e mesmo telefones dotados do protocolo Skype, que operam sem a necessidade de um computador.
O Skype permite a conversação telefonica ponto a ponto pela Internet de várias maneiras:
  • computador para computador – gratuitamente
  • computador para telefone fixo – através da compra de créditos do sistema Skype
  • telefone fixo para computador – através de compra de créditos e aquisição de um número virtual do sistema Skype
  • através de equipamentos Skype ready que permitem conectar aparelhos convecionais, aparelhos dotados do protocolo Skype e outros sistemas que permitem falar pelo sistema Skype sem o uso do compuatdor – seguindo as mesmas regras acima
As possibilidades do uso do Skype aumentam dia a dia, como exemplo, no uso de webcamspara a realização de webconferências com 2 ou mais pontos. Além de opções para caixas postais, secretária eletrônica, gravação de voz e diversas outras facilidades que empresas e colaboradores estão criando para o sistema Skype.
Se você ainda não conhece o Skype para a realização de conversas telefônicas das mais variadas maneiras usando a Internet, acesse o site do Skype em Português
O Skype é hoje o produto mais conhecido e utilizado atualmente no mundo da Voz sobre IP. Mas existem outras opções semelhantes, além de uma enorme variedade de novos produtos que estão permitindo gradativamente, a migração do antigo mundo dedicado e comutado para o novo mundo compartilhado e 100% conectado

VOIP SKYPE ASTERIX , Porque utilizar?


VoIP: a dobradinha Skype e Asterisk que irá sepultar de vez a telefonia comercial comutada

Para inaugurar a nova categoria VoIP (Voice over IP  – ou voz sobre o protocolo IP da Internet) no Portal Medialess, resolvemos falar dessa dupla fenomenal que irá jogar as últimas pás de terra na telefonia comutada: Skype e Asterisk.
Nossa idéia será falar das opções mais comuns, populares e até mesmo alternativas para a utilização do VoIP. Não teremos a pretensão de sermos um Portal VoIP – longe disso. Queremos apenas complementar o leque de informações sobre todas as outras tecnologias que possuem voz sobre IP embutidas em outras soluções, como a videoconferência, webconferência e outras de Convergência Digital que farão parte de nosso dia a dia.
Nossa intenção será fornecer informações complementares e mesmo básicas para agitar e promover o uso do VoIP, além de esclarecer as pessoas, empresas e entidades sobre todas as vantagens que a tecnologia proporciona. Seremos ferrenhos defensores de todas as mídias sobre IP, pois é nossa principal missão no Portal Medialess. Aqui você não verá quase nada sobre telefonia celular convencional, telefonia fixa e outras “coisas” de alto valor agregado que estão na contra mão do uso da Internet e sistemas abertos: trataremos com distância as tecnologias fechadas, proprietárias e legadas que ainda faturam milhões de dólares e acrescentam pouca coisa além dos básicos e fracos serviços oferecidos – principalmente pelas grandes operadoras.
Aqui apoiamos iniciativas e idéias que se beneficiam do uso da Internet e Sistemas Abertos, e que possam até ser alto sustentáveis através do uso de publicidade e novas possibilidades de rentabilidade – que pode resultar em serviços com custos mais acessíveis e de alta qualidade. Acreditamos que o acesso democratico a informação e comunicação são bases primárias para o desenvolvimento de um país, e devem ser oferecidas às pessoas como uma ferramenta transparente e poderosa, muito mais barata e de forma eficaz. A nova Internet 2.0 e tecnologias agregadas estão e estarão viabilizando a criação deste novo mundo!
Sejam bem vindos a comunicação sem limites do mundo VoIP!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Educação a Distância - Uma Nova Arma para o Aprendizado

A educação a distância apresenta várias vantagens. Muitas destas se resumem à própria concretização de seus objetivos e estão relacionadas à abertura, flexibilidade, eficácia, formação permanente e personalizada, e à economia de recursos financeiros. Citam-se, então, as várias vantagens desta modalidade de ensino:

• Combinação entre estudo e trabalho.
• Permanência do aluno em seu ambiente familiar.
• Menor custo por estudante;
• Diversificação da população escolar;
• Pedagogia inovadora;
• Autonomia do aluno;
• Materiais didáticos já incluídos no preço;
• Interatividade entre alunos, professores e técnicos de apoio;
• Apoio com conteúdos digitais adicionais;
• Conteúdos desenvolvidos com orientação de aplicabilidade;
• Enfim, a EaD possibilita uma flexibilidade: Onde estudar? Quando estudar? Em que rítmo?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

As redes sociais e as suas vantagens


As redes sociais conheceram grande expansão e entram agora numa segunda fase, com tipos de utilização mais próximos dos comportamentos adultos.
Por outras palavras, o social networking já não é território exclusivo de geeks, adolescentes e adultos no engate, tem gente “normal” com rotinas típicas do dia a dia, agora transpostas e adaptadas à Internet, que potencia a comunicação de formas incríveis.
Em termos profissionais, uma boa rede de contactos cria valor e facilita a vida. As empresas tardam em reconhecer as capacidades ao sua dispôr na web, mas as pessoas que as formam, não. Entre as funcionalidades mais úteis estão:
  1. Divulgação do currículo. Num mundo de emprego em permanente mudança, com os laços entre empregador e empregado desfeitos pela sobrevalorização do dinheiro à custa do corpo social, uma pessoa consciente está sempre no mercado de trabalho. Quanto mais divulgação tiverem as suas competências, mais facilmente encontrará quem as valorize. Quando se tem um patrão que não nos dá o justo valor, mais pertinente se torna
  2. Pedido de referências pessoais. A cibercultura assenta nas relações pessoais horizontais, ou peering, quebrando a tradicional relação vertical. A sua opinião sobre os seus colegas é tida em conta. E a dos seus colegas por si também. Construa a sua reputação levando isso em consideração
  3. Oportunidades de emprego. À medida que mais gente e organizações integram as redes sociais aumentam também as relações de proximidade geográfica e consequentemente crescem as oportunidades de trabalho. Estar bem posicionado nas redes sociais representa uma vantagem sobre quem não está
  4. Encontro de velhos amigos e colegas. A interoperabilidade entre as diversas redes facilita a tarefa de estar em contacto com conhecidos anteriores. Noutros casos, poderá reencontrar ligações — e as ligações geram riqueza na web
  5. Receber propostas de negócios. Em função do seu currículo, da sua capacidade de relacionamento com os outros e da sua disponibilidade, torna-se mais fácil propor-lhe actividades. Que poderá incorporar no seu dia-a-dia na empresa ou — como fazem já milhões de pessoas — funcionar em regime de outsorcing
  6. Selecção de especialistas. Os serviços de social networking não têm apenas oferta, lembre-se disso. Também a procura de trabalho e de talento tem neles lugar de relevo. A prática de caça-talentos também se “democratizou” com a web, deixando de estar reservada às elites. Estar nelas significa poder ser escolhido
Existem diversas redes sociais. Fique a saber quais são as mais importantes do ponto de vista da cidadania, sem excluir os relacionamentos pessoais e amorosos, mas com a tónica nas relações objectivas.
  • Facebook. O mais recente, está na moda. É uma autêntica febre nos EUA. Em Portugal ainda tem reduzida expressão
  • Hi5. De longe o preferido dos portugueses. Tem um problema, que é também uma razão para ponderar o seu uso: não há adolescente português sem uma conta no Hi5. A proximidade com a realidade social das camadas abaixo dos 25 anos justifica conviver com tanto ruído.
  • LinkedIn. É o mais útil para quem procure sobretudo as vantagens profissionais. Portugal está aqui bem representado — embora de forma desigual relativamente ao peso das diversas indústrias na economia nacional. O destaque vai naturalmente para os serviços. Estar no LinkedIn é o equivalente moderno de ter um cartão de visita